Eu tô na sala do projeto. Amanha tenho uma apresentação na jornada. Devria ta estudando. Mas to aqui pensando e chegando a conclusão de como esse negócio todo é estranho. Não acha?
Ontem mesmo eu tava com 12 anos na final do campeonato do futebol da Califórnia. Eram quatro times: o time do Encanamento (perto da Rio Sampa), o time favorito, com direito a torcida organizada pra gritar o nome dos galãs (que no caso era o Diego 50 e o Erninho, que por sinal eram primos). Tinha também o time da Dama Batista, formada por jogadores habilidosos, inclusive com chances de viver de futebol, como é o caso do Ninho (por falar fiquei sabendo que o Ninho ta trabalhando na rua da minha casa). Tinha o time da Rua da Lama, do saudoso e lendário goleiro Dil, um sucesso com a meninada do Olavo Bilac, dos centros avantes Thiago Tricolor e Bruno Caolha. Um time fraco e carismático: os pais iam assistir os campeonatos pra ninguem roubar ou bater neles. E por ultimo, mas não menos importante, o time da Pracinha, (Atual Praça da Rua Luis Sobral). O time pelo qual defendi as cores branco e cinza (não sabiamos porque cinza e branco, apenas gostavamos da cor), apesar de nunca conseguirmos ter juntando nossas mesadas pra comprar um jogo de camisa. Sendo assim, enquanto todos os times tiunham uniforme e chuteira nosso time era de mulambento, feios e rejeitados. Segui a aqui a escalação que nunca vai sair da minha memória, naquela tarde de férias de meio de ano:
1- Vitor Branco
2 Vitor Preto (meu primo)
3 Rafael Orelha (hoje pai do Filipi)
6 Léo Palito (eu)
9 Thiago Caveira (hoje só o vejo quando ele vai pr RioSampa)
11 Leandrinho (hoje vive de anabolizante)
7 Alexandro (hoje é travesti e trabalha Site Club, na Rua da Lama: é sério, podem ligar pra minha mãe e perguntar, vou deixar meu email [passo o tel por email pra quem se interessar em perguntar a minha mae])
8 Gabriel (possuia a irmã mais gostosa da galera, uma pessoa incrivel, pra quem me masturbei pela primeira vez)
Nosso time entrou como zebra, Thiago Caveira, que era a grande esperança, no dia, tava uma agua. Eu, que na epoca, ja jogava de óculos entrei para substituir o Alexandro. Era um jogo de vida ou morte: o trofeu custava cinco 15 reais, e ninguém bebia ainda pra apostar cerveja.
Resumindo o fato epico: Vitor Preto dribla Vitor Miguel da Rua da Lama, faz tabela com a parede e me encontra só na area do goleiro Pablo dente de Marfim. a bola lentamente chega ao meu encontro que maestralmente a domino e com carinho chuto no canto esquerdo do gol. A bola e a jogada era perfeita, silencio no estadio (que na verdade era um praça de lama, que atualmente é uma ridicula quadra de cimento na Rua da Lama), a bola bate no moinho e engana o goleiro, ficando a 7 centimento da vitória quando do nada aparece o o Miquimba e tira a porra da Bola em cima da linha (que na verdade nunca existiu, pois o campo era de lama). Mesmo assim, meu inesquecivel time saiu comemorando e fomos pra cima do Juiz, qe por sinal era tio do Diego 50.
Conclusão, uma enorme confusão se alastrou, a menina começou a gritar e bater humildemente uns nos outros, gerando um clima de guerra. Por final, posso adiantar que meu time ficou em ultimo e hoje, ao contrário do queria na época (ser bombeiro), faço História na UFRRJ....
Essa vida é mesmo uma merda.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sempre só. Não tenho quem tem dó de mim

Por que temos que explicar as coisas? Sabe? Ora, acabou. Ou melhor: nunca deu certo. No fundo eu fico pensando nisso, por mais que eu tente negar.
- E agora, como voce se sente?
- Pô, não sei.
- Tem certeza? Quer falar sobre o ocorrido.
- Sei lá. Não sei explicar o porque das coisas não darem certo. Simplesmente tomam esse rumo. Sou filho-da-puta o bastante pra assumir que eu errei. Mas o problema, é que não me sinto culpado. Não me vejo como "mal" causador do fim. Me vejo como sempre fui. Como? Se mudei? Não sei. Acho que ta tudo muito tão cedo pra falar sobre algo. Meu violão continua encostado na parede enquanto tomo suco de maçã e adio os estudos por mais alguns minutos. Mas... com quem estou falando?
-Oi? É... não interessa quem sou. Isso não é importante. O que realmente conta é que tô aqui pra te ajudar. Quer falar sobre isso? Qual é a sensação de sair do furacão?
- Bicho, eu já disse que não sei explicar, sabe? Não sei. Sei lá. Essas coisas são muito confusas. Eu realmente gostava daquilo tudo, gostava do tato, do sorriso e do clima cupuaçu pela manhã.
- Então por que não volta lá diz isso tudo?
- Sabe, amigo (?), se é que posso te chamar de amigo. Não sei da onde você veio. Nem o motivo de querer me ajudar. Mas a verdade é que tudo ficou sergiosampaniano: um grande caos. Não tinha mais a mesma coragem de pentear os meus cabelos com a mesma vergonha-na-cara de antes: não deveria ter dito tanta coisa ruim; por mais que tenham sido sinceras e envolvidas em altas doses de nervosismo e euforia. No fundo é minha auto-proteção. entende?
- Seu tempo esta acabando. Quer falar mais algo? Você pode marcar uma nova consulta pra semana que vem.
- Hum. Saquei. Bom, pra terminar eu queria dizer que não sei se fiz o certo ou errado. Talvez a palavra adequada para o momento seja ALÍVIO IMEDIATO.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Sinto que vou ficar sem tempo. Ainda não começou o “período”. Mas por outro lado, já começou o período. Cada vez mais vão tirando o milho da estrada. Meus óculos são novos, mas não sei até quando vão servir. Tenho muito sangue na veia e pouco rock and roll. Me sinto na casa dos quarentas, tenho preocupação de um homem de quarenta, embora nenhuma estrutura mental de um homem de quarenta. Por sorte ainda consigo ficar com o pênis ereto. Até quando não sei.. Nem Viagra eu poderei tomar... pois tenho problema de coração. Não sei explicar o que tenho na verdade. A propósito: quando eu fiz o exame eu tinha 15 anos. Nunca mais fiz um check-up; só me lembro do médico dizer que deveria maneirar nas atividades físicas.
To angustiado. Não sei explicar, saca? Só me lembro de ter sentido a mesma coisa quando tinha 12 anos e o cachorro mordeu meu pau (“piu piu” para os menores de idade que aqui lêem), achei realmente que nunca mais ia poder brincar com ele.
O que me deixa aflito hoje – aos 20 anos de idade – não tem nada a ver com meu Pênis. Na verdade eu vim da biblioteca, re-esquentei o café, sentei na frente do computador, liguei o ventilador no mínimo e jurei que ia estudar. Bom, agora to aqui escrevendo algo sobre não sei o que lá, com o objetivo de sabe-se se lá o que mais.
To ouvindo Ronnie Von, mas ele também não entende.
To indo pegar mais café..
To angustiado. Não sei explicar, saca? Só me lembro de ter sentido a mesma coisa quando tinha 12 anos e o cachorro mordeu meu pau (“piu piu” para os menores de idade que aqui lêem), achei realmente que nunca mais ia poder brincar com ele.
O que me deixa aflito hoje – aos 20 anos de idade – não tem nada a ver com meu Pênis. Na verdade eu vim da biblioteca, re-esquentei o café, sentei na frente do computador, liguei o ventilador no mínimo e jurei que ia estudar. Bom, agora to aqui escrevendo algo sobre não sei o que lá, com o objetivo de sabe-se se lá o que mais.
To ouvindo Ronnie Von, mas ele também não entende.
To indo pegar mais café..
domingo, 16 de agosto de 2009
Belém

Notas Sobre Belém
Depois de seis dias com a bunda sentada no ônibus posso afirmar que, com certeza, sou capaz de agüentar qualquer viagem a Cabo Frio, ou qualquer ida a São Paulo.
Posso dizer que aprendi um pouco do que chamam de paciência. Aturar peidos e odores desconhecidos não é pra qualquer um. Tem que ter culhão. Tomar banho numa rodoviária trash do cu do Maranhão também não é pra qualquer mocinho de apartamento. Assim como comer um joelho com presunto azul é – definitivamente – coisa de macho pra caralho.Viu, só? To até escrevendo palavrão sem pudores. Bom, sempre gostei dos palavrões. Mas isso é outra história.
Depois de seis dias com a bunda sentada no ônibus posso afirmar que, com certeza, sou capaz de agüentar qualquer viagem a Cabo Frio, ou qualquer ida a São Paulo.
Posso dizer que aprendi um pouco do que chamam de paciência. Aturar peidos e odores desconhecidos não é pra qualquer um. Tem que ter culhão. Tomar banho numa rodoviária trash do cu do Maranhão também não é pra qualquer mocinho de apartamento. Assim como comer um joelho com presunto azul é – definitivamente – coisa de macho pra caralho.Viu, só? To até escrevendo palavrão sem pudores. Bom, sempre gostei dos palavrões. Mas isso é outra história.
Eu acho que a maior prova de que não preciso de religião, deus & afins pra provar que tenho um santo forte pra caralho é ter aturado o Bruno Sabrancelha. Puta merda. Que vontade socá-lo. Que vonta de manda-lo dobrar suas histórias de navegação, leskito e navegação em família e enfiar no rabo.
Eu acho que os 1.573 km de verde serviram pra aliviar qualquer tipo de ato insano. De resto, acho que vou sentir saudade da festa a 00:05. Das cantigas as 04:00 da manhã. Do Jerê fumando maconha no fundo do busão, do silêncio do Bené, da imagem tosca de ver o Krusty pela manha, do mau humor do alemão, das histórias de pescador do Nicolas, da galera de Seropa, do álcool pra aliviar a dor na coluna, do banco reclinável de merda.
Acho que aprendi a ter mais paciência. Descobri que o Acre existe. Alias, o Acre é muito mais presente e existencial do que o Tocantins. É sério... parem e pensem... o que vocês conhecem do Tocantins? Tentem lembrar de alguma comida típica, um artista, uma banda, uma mulher gostosa, algum fato histórico? Pelo menos o Acre a gente é obrigado a ouvir as piadinhas “Acre is Lie”, ou algo do tipo. Agora..Tocantins?
Eu gostei de Belém...ou melhor, do centro de Belém. É limpo, não fede a urina, é desproporcionalmente inferior ao centro do Rio. Porém, bem mais organizado e bonito.
O único – e considerável – fator que realmente incomodava era ele: o calor. Infernal. É horrível ficar com a sensação de rego suando o tempo todo. não fui a Marajó. Um dia volto lá.
Bom faço aqui uma analise compacta sobre o que vi. Em ordem de relevância:
· Mulheres: não esperem muita coisa. Não mesmo.
· Clima: como já disse... muito quente.
· O povo: nada hospitaleiro. Bastante desconfiado.
· Violência urbana: também existe por lá
· Cerveja: Brahma Fresh e Cerpa. E ... devido ao clima, bastante quente.
· Lugares legais: pra quem curte ficar sem camisa... ótimo.
· Comida: exótica pra um iguaçuano. Mas eu gostei. Tirando o tacacá e o tucupi.
Eu acho que os 1.573 km de verde serviram pra aliviar qualquer tipo de ato insano. De resto, acho que vou sentir saudade da festa a 00:05. Das cantigas as 04:00 da manhã. Do Jerê fumando maconha no fundo do busão, do silêncio do Bené, da imagem tosca de ver o Krusty pela manha, do mau humor do alemão, das histórias de pescador do Nicolas, da galera de Seropa, do álcool pra aliviar a dor na coluna, do banco reclinável de merda.
Acho que aprendi a ter mais paciência. Descobri que o Acre existe. Alias, o Acre é muito mais presente e existencial do que o Tocantins. É sério... parem e pensem... o que vocês conhecem do Tocantins? Tentem lembrar de alguma comida típica, um artista, uma banda, uma mulher gostosa, algum fato histórico? Pelo menos o Acre a gente é obrigado a ouvir as piadinhas “Acre is Lie”, ou algo do tipo. Agora..Tocantins?
Eu gostei de Belém...ou melhor, do centro de Belém. É limpo, não fede a urina, é desproporcionalmente inferior ao centro do Rio. Porém, bem mais organizado e bonito.
O único – e considerável – fator que realmente incomodava era ele: o calor. Infernal. É horrível ficar com a sensação de rego suando o tempo todo. não fui a Marajó. Um dia volto lá.
Bom faço aqui uma analise compacta sobre o que vi. Em ordem de relevância:
· Mulheres: não esperem muita coisa. Não mesmo.
· Clima: como já disse... muito quente.
· O povo: nada hospitaleiro. Bastante desconfiado.
· Violência urbana: também existe por lá
· Cerveja: Brahma Fresh e Cerpa. E ... devido ao clima, bastante quente.
· Lugares legais: pra quem curte ficar sem camisa... ótimo.
· Comida: exótica pra um iguaçuano. Mas eu gostei. Tirando o tacacá e o tucupi.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Blá.
Tirando a poeira.
Minhas aventuras pelo planeta terra não são lá das mais divertidas.
Nenhuma novidade no front: faculdade, textos, livros, sem dinheiro e tentando - na medida do possível - me manter conectado no mundo da música e afins.
Enfim. Blá.
Minhas aventuras pelo planeta terra não são lá das mais divertidas.
Nenhuma novidade no front: faculdade, textos, livros, sem dinheiro e tentando - na medida do possível - me manter conectado no mundo da música e afins.
Enfim. Blá.
domingo, 18 de janeiro de 2009

Querido diário,
Hoje consegui terminar mais um livro dessas minhas quentes férias. Trata-se de o Grande Mentecapto, do meu romancista preferido: Fernando Sabino.
A influência do Sabino veio por intermédio do meu pai, que sempre gostou do cara. Eu já tinha lido o fenomenal O Encontro Marcado, Zélia, O tabuliero de damas e o Menino no Espelho, mas confesso que sempre tive preguiça pra terminar o Grande Mentecapto, não porque ele é grande ou chato, mas por simples preguiça mesmo.
Bom, aqui vai o prefácio da Editora Record sobre a obra:
“Fernando Sabino começou a escrever este livro em 1946, aos 23 anos, como uma distração para a obsessão literária que então o sufocava. Dez anos mais tarde, preocupações de outra ordem levaram-no a escrever o seu romance O Encontro Marcado, que tanto sucesso alcançou, e as crônicas, novelas e contos com que conquistou o seu número público desde então.
Um dia , já 1979, remexendo em velhos papéis, encontrou algumas folhas amarelas pelo tempo, com o princípio da historiado grande mentecapto Viramundo (personagem principal), que mostrou para a sua mulher Lygia Marina como mera curiosidade. Ela o incentivou a retomá-la. O escritor aceitou a sugestão como um desafio, e em 18 dias deu por terminado o romance que iniciara 33 anos antes. Não sabe dizer como pôde fazê-lo, e sua impressão é a de que teve o livro dentro de si durante todo esse tempo, ansiando por sair. O certo é que, nele, reencontrou a sua vocação de romancista.
De seu esforço redundou uma obra a um tempo hilariante e dramática, cuja ação, circunscrita a Minas Gerais, adquire uma dimensão universal, remontando às origens franco-ibéricas do romance picaresco medieval.
Além de sucessivas edições desde sua publicação, o sucesso de o Grande Mentecapto alcançou a tela dos cinemas como tema de um dos melhores filmes brasileiros dos últimos tempos, na magistral interpretação de Diego Vilela, sob direção de Oswaldo Caldeira”
Hoje consegui terminar mais um livro dessas minhas quentes férias. Trata-se de o Grande Mentecapto, do meu romancista preferido: Fernando Sabino.
A influência do Sabino veio por intermédio do meu pai, que sempre gostou do cara. Eu já tinha lido o fenomenal O Encontro Marcado, Zélia, O tabuliero de damas e o Menino no Espelho, mas confesso que sempre tive preguiça pra terminar o Grande Mentecapto, não porque ele é grande ou chato, mas por simples preguiça mesmo.
Bom, aqui vai o prefácio da Editora Record sobre a obra:
“Fernando Sabino começou a escrever este livro em 1946, aos 23 anos, como uma distração para a obsessão literária que então o sufocava. Dez anos mais tarde, preocupações de outra ordem levaram-no a escrever o seu romance O Encontro Marcado, que tanto sucesso alcançou, e as crônicas, novelas e contos com que conquistou o seu número público desde então.
Um dia , já 1979, remexendo em velhos papéis, encontrou algumas folhas amarelas pelo tempo, com o princípio da historiado grande mentecapto Viramundo (personagem principal), que mostrou para a sua mulher Lygia Marina como mera curiosidade. Ela o incentivou a retomá-la. O escritor aceitou a sugestão como um desafio, e em 18 dias deu por terminado o romance que iniciara 33 anos antes. Não sabe dizer como pôde fazê-lo, e sua impressão é a de que teve o livro dentro de si durante todo esse tempo, ansiando por sair. O certo é que, nele, reencontrou a sua vocação de romancista.
De seu esforço redundou uma obra a um tempo hilariante e dramática, cuja ação, circunscrita a Minas Gerais, adquire uma dimensão universal, remontando às origens franco-ibéricas do romance picaresco medieval.
Além de sucessivas edições desde sua publicação, o sucesso de o Grande Mentecapto alcançou a tela dos cinemas como tema de um dos melhores filmes brasileiros dos últimos tempos, na magistral interpretação de Diego Vilela, sob direção de Oswaldo Caldeira”
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Não quebre a corrente, doente!

Bom. Não sou eu o chato que vai quebrar a corrente. A foto é muito indelicada para esses dois amigos meus. Mas que se dane, eles nunca acessam meu blog mesmo. Portanto, eis o desfecho:
Estavamos todos (Eu, Leon, Daniel, Osama e Bruno) na casa do Daniel (o de camisa verde com listras) bebendo cerveja, vendo filme e falando sobre as futilidades de nossos 16, 17 anos (hoje já estamos na casa do 20, ou quase lá).
Lembro até hoje que o Osama (o mais doido) cismou de ligar pro DiskSexo pra ver se o serviço era de qualidade. Mas desconfíamos quando a mulher do outro lado disse "sou linda, NEM". Convenhamos... será mesmo que uma linda mulher em pleno século XXI consegue conciliar sua beleza com a palavra NEM?...Aquele NEM, de fato, tinha desestimulado toda nossa curiosidade sexual. Quando deu umas 19 horas eu Leon fomos embora.
No dia seguinte fiquei sabendo que eles chamaram uma colega do Osama. Até hoje não sei o nome dela... e tenho a sensação de que nunca realmente vou saber o que rolou ali naquele dia.
Passo a corrente para Leandro Marlon
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